Éguas: 5 mg de dinoprost (PG F2α)/animal (equivalente a 1 ml do medicamento veterinário).
Nos casos de corpo lúteo persistente e indução do estro, este manifesta-se 2-4 dias após a aplicação, ocorrendo a ovulação 2-12 dias depois da mesma.
Para o frasco de 100 ml: o tampão de borracha do frasco pode ser perfurado com segurança até 30 vezes. Caso contrário, deve ser utilizado um sistema de seringa automática, ou uma agulha de extração adequada nos frascos de 100 ml para evitar a perfuração excessiva do fecho.
Vacas: Cio silencioso, tratamento coadjuvante em endometrite crónica e piometra, indução do parto, indução do aborto, indução e sincronização do estro. Para o controlo da reprodução em vacas leiteiras cíclicas: sincronização do estro e sincronização da ovulação em combinação com GnRH ou análogos de GnRH como parte dos protocolos de inseminação a tempo fixo.
Porcas: Indução do parto, redução dos intervalos desmame-cio e desmame-cobrição fértil, aumento do número de leitões nascidos vivos na parição seguinte.
Éguas: Tratamento de corpo lúteo persistente e indução do estro.
Apresentação
Contraindicações
Não utilizar em caso de hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer excipiente. Não utilizar em éguas se existir qualquer indício de alteração do trato gastrointestinal, sistema vascular ou aparelho respiratório. Não utilizar em animais com distúrbios agudos ou subagudos do trato gastrointestinal, sistema cardiovascular ou do aparelho respiratório. Não utilizar em animais gestantes exceto quando o efeito pretendido for a indução do parto ou a interrupção da gestação.
Interações
Em animais a quem esteja a ser administrado um progestagénio pode esperar-se uma diminuição da resposta à PG F2α.
A administração concomitante com oxitócicos pode exacerbar os efeitos luteolíticos.
A administração concomitante com anti-inflamatórios não esteroides pode diminuir os efeitos luteolíticos.
Efeitos Secundários
Vacas: Em casos muito raros pode ocorrer aumento da temperatura corporal, ptialismo e infeção bacteriana no local da injeção, que pode generalizar-se e ser grave. Por isso, devem ser utilizadas técnicas assépticas de injeção para reduzir o risco de infeção. Aos primeiros sintomas de infeção, recomenda-se iniciar tratamento contra Clostridium.
Porcas: Podem apresentar aumento da temperatura corporal, taquipneia, estimulação da defecação e da emissão de urina, ptialismo, espasmos na musculatura abdominal, eritema e prurido, ligeira incoordenação e inquietação.
Em geral, são efeitos semelhantes aos que se observam habitualmente antes do parto normal, apenas ligeiramente aumentados e concentrados num curto período de tempo.
Éguas: Sudorese, diminuição da temperatura corporal, aumento da frequência cardíaca e respiratória, dor cólica, geralmente de curta duração, incoordenação motora e prostração. Estes efeitos observam-se dentro dos 15 minutos após a injeção e costumam desaparecer ao fim de uma hora.
A indução do parto ou do aborto com qualquer composto exógeno pode precipitar distocia, morte fetal, retenção placentária e/ou metrite.
A frequência das reações adversas deve ser classificada conforme os seguintes grupos: Muito frequentemente (mais de 1 animal em cada 10 tratados apresenta reações adversas), frequentemente (mais de 1 mas menos de 10 animais em cada 100 tratados), pouco frequentemente (mais de 1 mas menos de 10 animais em cada 1.000 tratados), raramente (mais de 1 mas menos de 10 animais em cada 10.000 tratados) e muito raramente (menos de 1 animal em cada 10.000 tratados, incluindo casos isolados).
Precauções
Não administrar por via intravenosa. Não administrar a fêmeas gestantes a menos que se pretenda a indução do parto ou do aborto.